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10 junho 2018





escrita por bart howard em 1954, e originalmente intitulada "in other words",
esta canção tornou-se um standard instantâneo quando, dez anos depois, foi
gravada pela orquestra de count basie, com um novo arranjo de quincy jones.
e, claro, a voz e o estilo de francis albert sinatra encarregaram-se de tudo o resto.










12 dezembro 2015






festeja hoje cem risonhos outonos o imortal francis albert sinatra,
provavelmente a melhor voz de todos os tempos da canção popular.
muitos parabéns frank, que contes muitos!




frank sinatra
william gottlieb







06 dezembro 2014






a versão mais famosa desta canção de francis albert sinatra é a dos anos cinquenta, com o arranjo do grande nelson riddle, mas eu gosto mais desta, gravada alguns anos depois com a orquestra de count basie, por ter muito mais swing e quase conseguir fazer-nos esquecer essa tristeza de escrever e auto-endereçar uma carta a fazer de conta que veio de quem nunca virá.



I'm gonna sit right down and write myself a letter
And make believe it came from you
I'm gonna write words oh so sweet
They're gonna knock me off my feet
A lotta kisses on the bottom
I'll be glad I got 'em

I'm gonna smile and say: "I hope you're feeling better"
And close with love the way you do
I'm gonna sit down and write myself a letter
And make believe it came from you






24 julho 2014






não é pela deliciosa melodia que cole porter escreveu em 1936, nem pela extraordinária declaração de amor inscrita na letra, e ainda menos pelo arranjo orquestral de nelson riddle (inspirado no bolero de ravel, segundo confessou)... esta é uma canção da minha vida pela inveja que sinto por não a conseguir cantar como ele o faz, inventando pausas onde não existem, encurtando ou prolongando as notas até ao limite do possível, num eterno jogo de sedução entre a voz e o ritmo próprio da canção. há centenas de versões deste standard, mas depois desta todas as outras são irrelevantes. carlos do carmo disse uma vez que sinatra era o maior fadista que alguma vez ouvira. e eu (que nem gosto de fado) sei porquê.



I've got you under my skin

I've got you deep in the heart of me

So deep in my heart, that you're really a part of me

I've got you under my skin.



I tried so not to give in

And I said to myself this affair never will go so well

But why should I try to resist, when baby I know so well

That I've got you under my skin.


I'd sacrifice anything come what might 

For the sake of having you near

In spite of a warning voice that comes in the night

And repeats, repeats in my ear



Don't you know you little fool, you never can win

Use your mentality, wake up to reality,

But each time that I do, just the thought of you 

Makes me stop before I begin,

'Cause I've got you under my skin


I would sacrifice anything come what might

For the sake of having you near

In spite of a warning voice

That comes in the night and repeats, 

How it yells in my ear



Don't you know you little fool, you never can win

Why not use your mentality, step up, wake up to reality

And each time I do, just the thought of you

Makes me stop just before I begin

'Cause I've got you under my skin












frank sinatra (e count basie)
john dominis





05 março 2013










d e s c u b r a
a s
s e t e
d i f e r e n ç a s :









a) esta canção foi escrita em 1944 e apresentada no ano seguinte no filme anchors aweigh
interpretada por frank sinatra:



I fall in love too easily
I fall in love too fast
I fall in love too terribly hard
For love to ever last
My heart should be well-schooled
'Cause I been fooled in the past
But still I fall in love too easily
I fall in love too fast







b) com inúmeras interpretações nos anos seguintes tornou-se depressa num standard
e foi o jazz que melhor soube reinventá-la:










[ mas se te apaixonares demasiado facilmente (como eu), vais ver que não encontras diferença alguma ]