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17 dezembro 2016





há quem não entenda que até um profissional pode por vezes não resistir à emoção. aconteceu recentemente com a patti smith, que se enganou a cantar dylan na cerimónia de entrega dos prémios nobel. um desses momentos, dos mais tocantes, para mim é este, em que dweezil recria um dos grandes temas instrumentais do seu pai, frank zappa. ao longo da execução vamos percebendo que ele fica cada vez mais emocionado e por volta do 6º minuto, certamente recordando o pai, não consegue esconder as lágrimas. mas não pára, nunca deixa de tocar, e leva o tema até ao fim. e não conheço ninguém que também não se emocione com isto.





[ e, para quem gosta do exercício das sete diferenças, é descobri-las aqui ]




25 janeiro 2012






alguma da música que mais me marcou é feita de canções sem palavras...
uma delas é decerto a mui nobre e zappiana melancia em feno da páscoa - uma autêntica festa para os sentidos.
ainda me lembro do meu irmão ter comprado o album “joe’s garage” e do assombro que foi (e era… e é… e será sempre….) ouvir aquele genial e impossível jogo de guitarras – e sim, sou um privilegiado por ter ouvido uma vez este senhor a tocar isto ao vivo.




(sei que pouca gente acredita nisto, mas no dia dezassete de maio de mil novecentos e oitenta e oito estava mesmo em barcelona,
e sou uma das pessoas que está ali, na plateia do palau dels esports)