ainda e sempre em demanda do nocturno mais-que-perfeito,
dou muitas vezes por mim a re-ouvir as variações goldberg
04 julho 2015
d e s c u b r a a s s e t e d i f e r e n ç a s :
aquilo a que chamo nocturnos mais-que-perfeitos são sempre aqueles breves momentos em que, apesar da insegurança e da incerteza de tudo o que nos rodeia, sabemos que alguém atingiu a essência do belo e a transformou para nós num porto de abrigo que é tangível, uma âncora na deriva da corrente, uma promessa de reconciliação entre mares revoltos. alguns desses instantes preciosos - um pouco de céu na terra - foram-nos oferecidos por um joão sebastião em estado de graça: é o caso deste prelúdio da suite para violoncelo, tocado a) com um arco b) com os dedos
30 julho 2014
…e ainda um pouco mais de céu na terra…
[ concerto para violino, oboé e orquestra, bwv 1060, adagio ]
08 março 2014
hoje é o dia das miúdas. mas este clip antigo não está aqui só por ser o dia das miúdas: é porque a colagem é bem feita, alguns retratos são dos meus favoritos e a música do joão sebastião fica sempre bem.
[ dedicado às miúdas que passam por aqui - e à miúda que me pôs neste planeta, que hoje festeja mais uma translação solar ]
14 novembro 2013
...e então foi como se um pouco mais de céu na terra…
[ j. s. bach - concerto em fá menor, bwv 1056, ii. largo ]
20 março 2013
d e s c u b r a a s s e t e d i f e r e n ç a s :
entre a cantata do johann sebastian e a do jacques
13 setembro 2012
...e um pouco mais de céu na terra...
23 agosto 2012
e, enquanto o mundo não acaba, um pouco de céu na terra...
07 agosto 2012
nunca me interessou que o concerto para dois violinos do joão sebastião tivesse sido sempre considerado como a banda sonora ideal para o triunfo do barroco, não sobrevalorizo a capacidade de uma escrita de contraponto superlativa, nem a subtileza da imitação de uma fuga me cativa emocionalmente... nada disso para mim conta. sei apenas que, se me deixarem entrar, vou ouvir isto lá em cima.
(J. S. Bach, Concerto em Ré menor para 2 violinos, BWV1043. 2º andamento: largo ma non tanto)
28 janeiro 2012
o imortal joão sebastião escreveu alguma da melhor música de sempre, talvez a única em que o divino se tornou humano.
essa é uma das razões que a tornam eterna e universal - e talvez por isso qualquer tema de bach pode ser reinventado - parecendo ser sempre a primeira vez que o ouvimos.
o jazz nunca fugiu a esse fascínio e jacques loussier mostra-o neste prelúdio, que é quase tão bom quanto o original…