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20 junho 2020






recordei hoje esta bela homenagem de marsalis a joe
"king" oliver, o primeiro grande trompetista de jazz











10 junho 2015






um nocturno mais-que-perfeito, ideal para ouvir às escuras de noite, com a janela aberta, deixando a brisa entrar.









28 janeiro 2015






uma das grandes formações de marsalis foi esta, com o seu pai no piano, riley na bateria e veal no contrabaixo. 
eram imbatíveis a recriar standards, transformando-os sempre naquilo a que chamo nocturnos mais-que-perfeitos. 
neste caso, apenas "em família", e em menos de dois minutos, fica tudo dito. 








14 janeiro 2015

14 abril 2014









pelo que tenho lido, irá sempre eternizar-se a questão de saber se marsalis é, ou não, o herdeiro natural de davis. sinceramente não me interessa. miles era uma coisa de dentro, uma vibração numa voz, um sentimento bruto e puro. wynton é diferente, inventor de um fraseado para trompete que se julgava impossível - ou perdido. 
por vezes não parece genuíno, mas o seu virtuosismo é sincero, e percebe-se que o jazz lhe deu essa outra voz. 
e sabe o que são os azuis (é quase impossível não ouvir as palavras neste instrumental, não é?).














26 agosto 2013








em cinco minutos, wynton marsalis dá uma aula completíssima sobre a difícil arte do trompete 
- e ajuda a aliviar o azul de uma segunda-feira














23 agosto 2013










gravado originalmente pela orquestra de duke ellington com a voz de herb jeffries, "flamingo" tornou-se um standard. 
a melodia presta-se a inúmeros estilos, e uma espécie de tango foi a abordagem escolhida por wynton marsalis. 
o resultado final não está isento de crítica, mas o solo de trompete é inultrapassável.



(é outro nocturno mais-que-perfeito, claro...)










08 junho 2013










"everything happens to me" é um standard de jazz, imortalizado instantaneamente logo na sua primeira gravação, pela orquestra de tommy dorsey com a voz de frank sinatra. 
uma das últimas abordagens com piada é esta, em que o trompete de wynton marsalis se torna outra voz, nocturna e melancólica.















23 abril 2013

05 janeiro 2013







pertenço àquela (imensa?) minoria dos que sempre preferiram o trompete ao saxofone.
não é um instrumento fácil de tocar nem de saber ouvir, muito por causa do timbre inerente.
mas também sei que é talvez o melhor veículo para demonstrar o génio e o virtuosismo no jazz.
dois dos melhores exemplos são este e o da grande galinha gorda:


(é mesmo, outra grande canção sem palavras...)





05 setembro 2012










d e s c u b r a
a s
s e t e
d i f e r e n ç a s :









este tema escrito por juan tizol, que tocava trombone na big band de duke ellington, é um dos grandes standards do jazz, e deve haver centenas de covers e diferentes abordagens. 
duas das que mais gosto ficam a cargo da família marsalis, descubram as diferenças:





a) a do marsalis filho, wynton, sublime no trompete:





b) a do marsalis pai, em dueto com harry connick jr: