recordei hoje esta bela homenagem de marsalis a joe
"king" oliver, o primeiro grande trompetista de jazz
10 junho 2015
um nocturno mais-que-perfeito, ideal para ouvir às escuras de noite, com a janela aberta, deixando a brisa entrar.
28 janeiro 2015
uma das grandes formações de marsalis foi esta, com o seu pai no piano, riley na bateria e veal no contrabaixo. eram imbatíveis a recriar standards, transformando-os sempre naquilo a que chamo nocturnos mais-que-perfeitos. neste caso, apenas "em família", e em menos de dois minutos, fica tudo dito.
14 janeiro 2015
...e um standard de 1934, assinado por ray noble, pode transformar-se num nocturno mais-que-perfeito.
14 abril 2014
pelo que tenho lido, irá sempre eternizar-se a questão de saber se marsalis é, ou não, o herdeiro natural de davis. sinceramente não me interessa. miles era uma coisa de dentro, uma vibração numa voz, um sentimento bruto e puro. wynton é diferente, inventor de um fraseado para trompete que se julgava impossível - ou perdido. por vezes não parece genuíno, mas o seu virtuosismo é sincero, e percebe-se que o jazz lhe deu essa outra voz. e sabe o que são os azuis (é quase impossível não ouvir as palavras neste instrumental, não é?).
26 agosto 2013
em cinco minutos, wynton marsalis dá uma aula completíssima sobre a difícil arte do trompete - e ajuda a aliviar o azul de uma segunda-feira
23 agosto 2013
gravado originalmente pela orquestra de duke ellington com a voz de herb jeffries, "flamingo" tornou-se um standard. a melodia presta-se a inúmeros estilos, e uma espécie de tango foi a abordagem escolhida por wynton marsalis. o resultado final não está isento de crítica, mas o solo de trompete é inultrapassável.
(é outro nocturno mais-que-perfeito, claro...)
08 junho 2013
"everything happens to me" é um standard de jazz, imortalizado instantaneamente logo na sua primeira gravação, pela orquestra de tommy dorsey com a voz de frank sinatra. uma das últimas abordagens com piada é esta, em que o trompete de wynton marsalis se torna outra voz, nocturna e melancólica.
23 abril 2013
mais um nocturno (e em bom rigor também diurno) do senhor marsalis a querer musicar a sedução...
06 abril 2013
outro nocturno mais-que-perfeito de mr. marsalis (aqui como herdeiro de miles davis)
05 janeiro 2013
pertenço àquela (imensa?) minoria dos que sempre preferiram o trompete ao saxofone. não é um instrumento fácil de tocar nem de saber ouvir, muito por causa do timbre inerente. mas também sei que é talvez o melhor veículo para demonstrar o génio e o virtuosismo no jazz. dois dos melhores exemplos são este e o da grande galinha gorda: (é mesmo, outra grande canção sem palavras...)
09 dezembro 2012
[mais canções sem palavras]
05 setembro 2012
d e s c u b r a a s s e t e d i f e r e n ç a s :
este tema escrito por juan tizol, que tocava trombone na big band de duke ellington, é um dos grandes standards do jazz, e deve haver centenas de covers e diferentes abordagens. duas das que mais gosto ficam a cargo da família marsalis, descubram as diferenças:
a) a do marsalis filho, wynton, sublime no trompete: b) a do marsalis pai, em dueto com harry connick jr: