12 dezembro 2015






d e s c u b r a
a s
s e t e
d i f e r e n ç a s :







o refrão ad aeternum (i)
não sei quando nasceu a canção dita pop, provavelmente algures no final dos quarenta. eram normalmente melodias escritas pelos maiores compositores (os irmãos gershwin, cole porter, rodgers e hart, kern, mercer, arlen, etc)  para a broadway e para a banda sonora dos filmes musicais, que acabaram por constituir o chamado american songbook (e que o jazz soube transformar em standards imortais). mais tarde, com o advento do rock&roll nos anos 50, a canção passou a ter sempre a mesma estrutura: tema, tema, refrão, tema, refrão (e tudo compactado em menos de 3 minutos para poder caber num single de 45 rpm). os anos 60 trouxeram mais liberdade formal e uma figura nova: o refrão que só aparece no final e se prolonga numa repetição (quase) infinita. os dois exemplos mais típicos são um dos hinos de donovan para o flower power emergente e um dos cantos do cisne dos beatles: sendo canções muito diferentes, terminam de uma forma análoga. descubra as diferenças entre o



a) way down below the ocean where i wanna be, she maybe



e o


b) na na na na-na-na-na, na-na-na-na, hey jude 








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