28 julho 2014






diz-se que, no final da sua carreira, frequentemente a sua mulher tinha de o ajudar a relembrar as letras dos seus azuis, mesmo dos mais famosos. e por vezes penso nisso, no que poderia ter sido o percurso de mathis james reed se o alcoolismo e a epilepsia não tivessem acelerado o seu desaparecimento precoce. 



Baby plea, first time I plea to you

Baby plea, first time I plea to you

Darlin', now ya got me so upset, baby,
Because I don't know what-a-do

Don't pull no subway, I rather see you pull a train

Don't pull no subway, I rather see you pull a train

You know I love you, love ya baby, girl,
You know it's a cryin' shame

Feel so bad, baby, feel like my heart's skippin' a beat

Feel so bad, baby, feel like my heart skip a beat

Well now, I'm tellin' you pretty baby,
Don't you know what you're doin' to me?





2 comentários:

  1. A nossa vida é cheia de "ses", José Luís.
    Uns, devido aos nossos "erros"; outros, por causa das situações que não conseguimos controlar. E essas dúvidas, julgo que felizmente, acompanham quem procura viver cada dia um pouco melhor, sobretudo no sentido de contribuir para o bem dos outros.
    Neste caso "ilustrado" com um azul tão profundo quanto suave, também podemos colocar a hipótese de serem precisamente essas circunstâncias adversas que proporcionaram o emergir "mais concentrado" de rasgos de talento.
    Às vezes, ao mesmo tempo que uma parte de nós se afunila, há outra que se abre de uma forma surpreendente.
    Como isto está a ficar com um tom tão sério (cinza, será?), vou mas é pôr a rodar outra vez o azul;)))

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    1. é sempre uma dúvida que fica. por exemplo, mozart escreveu o triplo de beethoven num terço do tempo. foi mesmo porque a "circunstância adversa" de morrer novo o impeliu a escrever muito e depressa? e por que razão não podia ter sido ao contrário? ;)

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cartografe aqui: